Para os que comentaram o meu agradecimento à Drª Vanda Nunes desejo que fique claro que a minha entrada para a Câmara Municipal não se deveu nem a razões partidárias sou militante do PSD nem familiares porque nem o meu pai nem a minha foram heróis da resistência anti fascista, nunca foram presos nem andaram fugidos mas alguns que o foram se quiseram andar calçados tiveram que pedir fiado ao meu pai.
Eu nunca precisei de engraxar ninguém para entrar para a Câmara porque quando entrei até estava a trabalhar na escola primária e tinha um contracto administrativo de provimento.
Antes de entrar para o quadro da Câmara fiz uma prova escrita feita e corrigida pelo CEFA e numa escala de 0 a 20 tive apenas 19.5 valores enganei-me a escrever o nome.
Prova também disso é que num concurso para telefonista para a Câmara disse frontalmente a um presidente à frente de todos os candidatos que ele estava a mentir.
Depois quando fui para assinar contrato o mesmo presidente quis colocar-me numa categoria profissional inferior à que eu tinha direito, pôs em causa o curso que ele próprio pagou com o dinheiro da Câmara, sim porque foi a Câmara que me pagou o curso porque eu não tinha dinheiro para isso, nunca me irei esquecer disso ao contrário de alguns que recebem benesses e ainda acham que estão mal, e depois disse-me que ou aceitava como ele queria ou não assinava o contracto e eu disse-lhe que não.
Ele ficou presidente e eu desempregado!
Tirei o meu curso há mais de 20 anos e por ter dito ao presidente que não apenas evolui na carreira de 2ª classe para primeira mas mesmo este pequeno avanço foi motivo de contestação.
Quando cheguei aos bombeiros vindo da biblioteca fiz questão de lhes dizer que a minha vinda para ali não era um prémio pelo bom trabalho que tinha desempenhado na biblioteca antes pelo contrário por aquilo que a Drª Vanda me disse na sala da Assembleia Municipal eu trabalhava pouco e mal e era o causador de todos os problemas existentes lá.
Depois de ouvir a Drª Vanda fiquei com a certeza de que a Câmara dispunha de motivos e testemunhos para me despedir com justa causa.
Mas como não tenho, nem tinha cadáveres no armário fiz questão de os informar dessas circunstâncias assim como informei numa dada altura um comandante de que o que fazia de bem e de mal estava escrito na fita do tempo.
A verdade liberta e eu quero ser livre!
Mas a Drª Vanda em vez de me despedir colocou-me nos bombeiros e eu estou-lhe muito agradecido por isso.
Mais vou ser sempre seu amigo mesmo depois de deixar de ser presidente, tive ocasião de lho dizer pessoalmente na Alpiagra no dia do seu aniversário.
Não lhe vou voltar as costas, não vou deixar de a cumprimentar, não lhe vou dizer coisas que tenha atravessadas na garganta, agora que já não manda, porque não as tenho porque sempre fui frontal com ela em todas as ocasiões mesmo quando discordava.
Comigo a Drª Vanda sempre soube com o que contava, não tinha surpresas, coisa que irá acontecer com alguns que se diziam amigos e lhe diziam ser muito inteligente mas enfim as boas e más acções ficam com quem as pratica.
Agora quanto ao voltar de novo para a biblioteca espero que isso nunca mais venha a acontecer para meu bem, dos outros e dos utilizadores.
Eu uma vez fui claro em relação ás outras pessoas que trabalham na biblioteca ao dizer-lhes frontalmente que não gostava nem confiava neles e nem eles gostavam nem confiavam em mim como todos se calaram era porque eu estava certo.
Na ultima quinta feira que trabalhei na biblioteca, assim que saí, decidi que seria a ultima vez que dali iria sair porque já não tornaria a entrar e tanto assim é que prefiro não ler um livro do que ter que o ir buscar à biblioteca de Alpiarça onde sou o leitor nº3 e onde por desprezo me chamaram de carregador a quando das mudanças das velhas para as novas instalações.
Como não tenho nada a esconder posso aqui escrever o que disse ao Carlos Jorge da CDU e à Drª Sónia Sanfona no dia anterior ao acto eleitoral que ia por uma velinha na sede de campanha do vencedor com um papel a dizer: não quero ir para a biblioteca e expliquei-lhes porquê.
Não o fiz não fui à sede da CDU colocar a vela e o papel porque estava com pressa para entrar ao serviço nos bombeiros, vinha de uma mesa de voto onde fui secretário, entrava das 20 ás 8 e já estava atrasado.
Aproveito aqui para agradecer ao bombeiro João Besouro por este ter feito as horas por mim no dia das eleições.
Se não fui claro sempre sabem onde me encontrar nos bombeiros ou em casa e todos sabem onde moro.
Eu nunca precisei de engraxar ninguém para entrar para a Câmara porque quando entrei até estava a trabalhar na escola primária e tinha um contracto administrativo de provimento.
Antes de entrar para o quadro da Câmara fiz uma prova escrita feita e corrigida pelo CEFA e numa escala de 0 a 20 tive apenas 19.5 valores enganei-me a escrever o nome.
Prova também disso é que num concurso para telefonista para a Câmara disse frontalmente a um presidente à frente de todos os candidatos que ele estava a mentir.
Depois quando fui para assinar contrato o mesmo presidente quis colocar-me numa categoria profissional inferior à que eu tinha direito, pôs em causa o curso que ele próprio pagou com o dinheiro da Câmara, sim porque foi a Câmara que me pagou o curso porque eu não tinha dinheiro para isso, nunca me irei esquecer disso ao contrário de alguns que recebem benesses e ainda acham que estão mal, e depois disse-me que ou aceitava como ele queria ou não assinava o contracto e eu disse-lhe que não.
Ele ficou presidente e eu desempregado!
Tirei o meu curso há mais de 20 anos e por ter dito ao presidente que não apenas evolui na carreira de 2ª classe para primeira mas mesmo este pequeno avanço foi motivo de contestação.
Quando cheguei aos bombeiros vindo da biblioteca fiz questão de lhes dizer que a minha vinda para ali não era um prémio pelo bom trabalho que tinha desempenhado na biblioteca antes pelo contrário por aquilo que a Drª Vanda me disse na sala da Assembleia Municipal eu trabalhava pouco e mal e era o causador de todos os problemas existentes lá.
Depois de ouvir a Drª Vanda fiquei com a certeza de que a Câmara dispunha de motivos e testemunhos para me despedir com justa causa.
Mas como não tenho, nem tinha cadáveres no armário fiz questão de os informar dessas circunstâncias assim como informei numa dada altura um comandante de que o que fazia de bem e de mal estava escrito na fita do tempo.
A verdade liberta e eu quero ser livre!
Mas a Drª Vanda em vez de me despedir colocou-me nos bombeiros e eu estou-lhe muito agradecido por isso.
Mais vou ser sempre seu amigo mesmo depois de deixar de ser presidente, tive ocasião de lho dizer pessoalmente na Alpiagra no dia do seu aniversário.
Não lhe vou voltar as costas, não vou deixar de a cumprimentar, não lhe vou dizer coisas que tenha atravessadas na garganta, agora que já não manda, porque não as tenho porque sempre fui frontal com ela em todas as ocasiões mesmo quando discordava.
Comigo a Drª Vanda sempre soube com o que contava, não tinha surpresas, coisa que irá acontecer com alguns que se diziam amigos e lhe diziam ser muito inteligente mas enfim as boas e más acções ficam com quem as pratica.
Agora quanto ao voltar de novo para a biblioteca espero que isso nunca mais venha a acontecer para meu bem, dos outros e dos utilizadores.
Eu uma vez fui claro em relação ás outras pessoas que trabalham na biblioteca ao dizer-lhes frontalmente que não gostava nem confiava neles e nem eles gostavam nem confiavam em mim como todos se calaram era porque eu estava certo.
Na ultima quinta feira que trabalhei na biblioteca, assim que saí, decidi que seria a ultima vez que dali iria sair porque já não tornaria a entrar e tanto assim é que prefiro não ler um livro do que ter que o ir buscar à biblioteca de Alpiarça onde sou o leitor nº3 e onde por desprezo me chamaram de carregador a quando das mudanças das velhas para as novas instalações.
Como não tenho nada a esconder posso aqui escrever o que disse ao Carlos Jorge da CDU e à Drª Sónia Sanfona no dia anterior ao acto eleitoral que ia por uma velinha na sede de campanha do vencedor com um papel a dizer: não quero ir para a biblioteca e expliquei-lhes porquê.
Não o fiz não fui à sede da CDU colocar a vela e o papel porque estava com pressa para entrar ao serviço nos bombeiros, vinha de uma mesa de voto onde fui secretário, entrava das 20 ás 8 e já estava atrasado.
Aproveito aqui para agradecer ao bombeiro João Besouro por este ter feito as horas por mim no dia das eleições.
Se não fui claro sempre sabem onde me encontrar nos bombeiros ou em casa e todos sabem onde moro.